sábado, 24 de janeiro de 2009

Canto meu



Deixo em casa a calma
os sonhos no papel
e a cama por fazer

Levo - me para rua
e pelas esquinas marco
as estrelas do céu

Tropeços nas calçadas
rio de mim
busco-me em olhos
inocentes
doces sementes

Somo
ânsias alheias
trago tudo comigo

E em pouco tempo
volto ao abrigo.

São as novas linhas.

Mas amanhã é o dia
de buscar
os sonhos de mel.

4 comentários:

Alexandre Spinelli disse...

Giu, o que dizer de novo? Quanta poesia há aqui, quanta há em ti, que não acaba mais...
Quantas novas linhas ainda teremos?
Vai, poetinha, vai buscar os sonhos de mel, depois nos conta... faz um poema e me deixa ler...
Se me permites, um beijo...

Lucas de Oliveira disse...

poesia doce, meiga e musical... adoro você.

andré disse...

Estou realmente surpreso com seus versos...

Leveza, suavidade, paz...

É o que sinto ao ver estas pinturas em forma de palavras...


Realmente feliz em ler vc!!!!

Beijos!

Marilene F.L disse...

Menina Giu,igual as pequenas e azuis violetas, é tão bom se deixar enlevar por esse perfume...
Simples e belas...que marcam mais que as raízes dos jatobás.Beijos em tua bela alma.