
“Quando morrer,
É possível que alguém,
Ao ler estes descosidos monólogos,
Leia o que sente sem o saber dizer,
Que essa coisa tão rara neste mundo – uma alma
Se debruce com um pouco de piedade,
Um pouco de compreensão,
Em silêncio,
Sobre o que eu fui ou o que julguei ser.
E realize o que eu não pude: conhecer-me.”
FLORBELA ESPANCA.
3 comentários:
que coisa mais linda amiga!!
vou namorar florbelinha agora.
curto como vc propõe a ponte nas fotos. e do modo com que as lê.
eu, adoro tranças, não as tinha percebido gerberando... valeu!
Esse canto da flor dá gosto, Giu!
Pode ter certeza q vc é parte sim, das sementes poéticas em forma de inspiração, q me dão o leve comando de espalhar por aí... =)
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